terça-feira, 11 de agosto de 2009
Às vezes o melhor a fazer é não fazer nada. Fim. Confusões de uma mente sem lembranças. O fogo queima, tocar é estupidez. Arde, arde tudo por dentro. Fim. Novamente fim. Mil vezes fim. Começos, novos começos, onde estão os começos? Começa o dia e nada, começa a noite e nada. Nada. Um mundo inteiro cheio de NADA. Não sinto mais, me transformei numa massa disforme e insensível de pensamentos. Respiro, vejo, ouço, mas não sinto. Nâo sinto nada. Nada. O fim e o começo se confundem num turbilhão de nada. Nada. Stop! You are going to fast! Corro. Paro. Devagar, dizem as placas, devagar, diz o guarda. Divagar... divago e não sinto. Fim. Mais rápido, mais frequente, mais intenso, fim. Vários fins, nenhum começo. Novo fim. Finda a tarde, finda o verão, finda o café, finda a paciência. Novo fim. Onde está o começo?
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