Fotografei você não viu, verdade no meu olhar,
E andava cego de amor, mas meu cão-guia não sabia se seguia a minha dor.
Quem diria o amor sobrou, mas o aspirador faltou na lista
Busquei em vão, identificar, motivos para não, querer te guardar...
Agora reinvento e refaço a roda, o fogo, o vento e retomo o dia, o sono, o beijo e repenso o que já li. Redescubro um livro, um som, um silêncio, um foguete, um beija-flor no céu, um carrossel, da boca um dente, estrela cadente; tudo que irá existir, tem uma porção de mim; tudo que parece ser eu. Tudo que eu sei me diz do que sou. Tudo que eu sou também será seu. QUEM te fez fingir viver uma vida feliz? Ah! Eu sei meras tolices, MERAS, nos fizeram sem querer, precisar de um juiz. E daí a gente se deu tão bem, que o tempo sentiu inveja ele ficou zangado e decidiu,
que era melhor ser mais veloz e passar rápido pra mim, parece que até jantei com toda a família e sei que seu avô gosta de discutir, que sua avó gosta de ouvir você dizer que vai fazer.
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